quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Fidelidade não se cobra!



Não! Fidelidade não se cobra, não se conquista cobrando.

Fidelidade não é uma obrigação, como também não é parte integrante de um compromisso.

Só hoje percebi o quanto sou convicta de minha opinião sobre fidelidade. E isso não vale só para relacionamentos de amor. Falo também de coisas banais, tais como fidelidade a manicure, cabelereira, restaurantes.

Considero injusto me cobrarem fidelidade. Sabem por que? Porque sou fiel! E o sou porque quero ser. Quando quero ser.

E não acho que isso esteja diretamente ligado a traição, que só de ouvirem o som da palavra já se sente uma lança atravessar o peito. Isso está diretamente ligado a opção.

Pois bem, não posso negar que sempre tive uma louca paixão pelo o que é dado. Pelo amor que é dado, pelo tempo que é dispensado, pela atenção que é direcionada, pelas palavras que são gastas. E, desde então, esse pensamento tem permeado minha vida.

Claro que algumas tarefas são feitas por obrigatoriedade, mas nunca deixei que fosse assim com meus sentimentos; amo quando sou fiel, e sou fiel quando amo, não necessariamente quando e porque tenho um compromisso.


E se decido ser infiel, ainda assim, fiel estou sendo. Estou sendo a mim.
E é só a mim que eu o quero ser. Sempre!
Fiel ao meu amor, ao meu querer, ao meu sentir.
Porque fidelidade, não se cobra! Muito menos de si próprio.

Hoje entendo porque nunca fui fiel à minha banda favorita e porque meu prato predileto é trocado por outro a cada ano.

É porque o selo de fidelidade é colocado apenas no que está dentro de mim. E enquanto está.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Cidade pequena: prós e contras!



Noite quente, isto é, quente um tanto quanto se pode considerar quente uma noite na Serra da Mantiqueira.

Enquanto caminhava de volta pra casa, iniciei uma reflexão em forma de debate comigo mesma, expondo as vantagens e desvantagens de viver em uma cidade pequena. Já algum tempo, adotei uma nova filosofia de vida; decidi que quero deixar um legado. Sei que essas idéias parecem precipitadas quando partem de alguém com 20 anos de idade que acumula umas poucas experiências e alguns fracassos entre algumas conquistas. Mas é exatamente isso que decidi querer pra mim. E quanto antes eu começar a trabalhar nisso, melhor será o resultado. Assim, como qualquer outro objetivo no ato em que é definido, comecei a pensar nas possibilidades para alcançá-lo.

Durante a caminhada, não pude deixar de notar algo que acontece diariamente e, creia você, eu nunca tinha dado alguma importância à isso, mas nesse dia pareceu-me uma arte, um momento muito prazeroso: "O cumprimento". Isso mesmo, olhar nos olhos das pessoas com as quais se encontra diariamente e dizer: Olá! Tudo bem?. É bom sentir que as pessoas se lembram de nós. Outro dia encontrei uma amiga que eu não via há uns seis meses e a primeira coisa que perguntou-me foi: Já está em busca de seu sonho? Que palavras!

Meu sonho?!, foi o que respondi, enquanto pensava em qual deles ela se referia, embora o que havia mesmo me chamado a atenção era o fato dela se lembrar de meu sonho e, naquele momento, qual era o sonho... Já nem me importava mais.

Numa escala de criação própria, e seguindo a mesma linha de raciocínio - a par das questões sociais que envolvem violência, drogas e fome - enumerei como principal vantagem de morar em cidade pequena "a grandeza da amizade"... Pois é... Aquele velho papo de que "aqui, todo mundo conhece todo mundo". Daí, a oportunidade de praticar o "bom exemplo -essa moda pega" é bem maior! As oportunidades de conhecer e ser reconhecido por seu talento, suas idéias, suas sugestões, e seus "palpites" são bem maiores. As oportunidas de praticar o bem, pregando seu ideal de vida são bem maiores! É como se fossêmos uma grande família! E como em toda família existem as "ovelhas negras" taí a principal desvantagem (repito, numa escala de criação própria):

Isso mesmo: "A fofoca!" E eu que pensava que as pessoas que gostam de acompanhar a vida dos outros e umas ou outras vezes soltam uns comentários venenosos e maldosos só existissem naquelas novelas cujo cenário era uma cidadezinha do interior.... Me enganei.

Penso que mais difícil do que conviver com a bendita fofoca, é não se corromper. Parece que isso nos influencia, mesmo que desejemos manter-se longe dela. Parece aquela história: "Fulano era um homem bom, mas entrou pra política... Se corrompeu!". Como manter-se incorruptível?

Essas palavras foram apenas alguns pensamentos que decidi compartilhar nesse espaço que tão orgullosamente chamo de "MEU".

E graças ao prós e apesar dos contras, continuo aqui nesta cidade pequena... Desfrutando da grandeza da amizade e aprendendo a lidar com a fofoca!

O importante é não esquecer: Certo, errado, insensato, ou insano... Esse é meu palpite!

domingo, 8 de março de 2009

Virei blogueira!

Há alguns anos atrás, eu imaginava que blogueiros fossem adolescentes que postavam auto imagens fotografadas por elas mesmas, geralmente em ângulos estratégicos para mostrar alguma parte interessante de seu corpo e pediam aos seus amigos para comentar. Postavam ainda algumas experiências acontecidas na escola. Experiências "à moda adolescente".


Embalada nesse pensamento, decidi participar de uma comunidade no orkut entitulada: "Odeio comentar em blog". Até que um dia recebi o link do blog PavaBlog, do Sérgio Pavarini. Acho que aquelas palavras mudaram meu conceito sobre Blog's. Passei a pesquisar e descobri tantos outros blog's interessantes, de assuntos variados.


Foi aí que decidi criar o meu espaço. Como a interessada em opiniões que sou, optei pelo título "Palpite", porque é disso que eu gosto. Nada de provas ou discussões do que é realmente certo ou totalmente errado. Estou interessada no seu PALPITE! No seu ponto de vista sobre o assunto. Porque o direito de opinar... É nosso! E aqui, o seu PALPITE é bem vindo!



O som que embala minha vida